Gemelaridade
Mais frequente após reprodução assistida e acompanhada com protocolo próprio.
Obstetrícia
Do beta positivo ao pré-natal, com a mesma equipe que acompanhou a sua jornada de fertilidade.
Resposta direta
Não. A maioria das gestações obtidas por fertilização in vitro evolui como uma gestação habitual. O que muda é o acompanhamento inicial, com suporte hormonal e ultrassonografias mais próximas nas primeiras semanas. A classificação de alto risco depende de fatores como idade, gestação múltipla, doenças prévias e intercorrências — não do método usado para engravidar.
Obstetrícia
Quem engravidou por FIV costuma chegar ao pré-natal com uma história longa atrás. Por isso mantemos as primeiras semanas sob acompanhamento próximo, com o mesmo time que conduziu o tratamento.
Obstetrícia
Obstetrícia
Mais frequente após reprodução assistida e acompanhada com protocolo próprio.
Avaliação de risco precoce, com profilaxia quando indicada.
Vigilância adicional quando a gestação ocorre após os 35 anos.
Sua história reprodutiva completa já está com quem cuida de você.
Perguntas frequentes
Nas primeiras semanas, a medicação de suporte é mantida e os controles são mais próximos até a confirmação de batimentos e da evolução adequada. A partir do segundo trimestre, o pré-natal costuma seguir o roteiro habitual.
A duração depende do tipo de ciclo realizado e da avaliação clínica; em geral, o suporte é mantido nas primeiras semanas e suspenso de forma orientada pela equipe. Nunca interrompa por conta própria.
Habitualmente entre a quinta e a sétima semana, para confirmar a localização da gestação, o número de embriões e a presença de batimentos cardíacos.
Pode ser, quando mais de um embrião é transferido. Por isso a transferência de embrião único é a conduta preferencial em boa parte dos casos, justamente para reduzir riscos maternos e fetais.
Conteúdos relacionados
Nossa equipe multidisciplinar avalia o seu histórico e monta um plano de cuidado individualizado.
Agende sua consulta