Doenças cromossômicas na gestação

Rastreamento de aneuploidias fetais no segundo trimestre

É a alternativa para gestantes que chegam ao pré-natal após a janela do primeiro trimestre, ou como avaliação complementar.

No momento da realização dos testes de rastreamento do segundo trimestre da gestação, é fundamental levar em consideração os resultados dos exames de rastreamento anteriormente realizados. Isto é, o risco final corrigido em função da medida da translucência nucal fetal e das dosagens bioquímicas maternas, realizadas no primeiro trimestre da gestação, passa a ser considerado o risco inicial para os testes de rastreamento do segundo trimestre.

Outro aspecto fundamental a ser destacado, é que, com a identificação de significativa parcela das gestações com fetos trissômicos nos exames de rastreamento do primeiro trimestre, os testes de rastreamento, que são aplicados subsequentemente no segundo trimestre, passam a apresentar valores preditivos muito inferiores, devido à significativa redução na prevalência da anormalidade fetal na população.

Marcadores ultra-sonográficos

Marcadores bioquímicos maternos

Doenças cromossômicas na gestação

Quando é feito

Entre 15 e 22 semanas para os marcadores bioquímicos, e entre 20 e 24 semanas para a ultrassonografia morfológica.

Doenças cromossômicas na gestação

Componentes

  • Marcadores ultrassonográficos
  • Marcadores bioquímicos maternos

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