Doenças cromossômicas na gestação

Como fazemos o diagnóstico de anomalias cromossômicas

Testes de rastreamento estimam risco. Apenas os testes invasivos fornecem diagnóstico definitivo, ao analisar células do próprio feto.

As anomalias cromossômicas estão entre as principais causas de óbito intrauterino e déficit mental na infância. O diagnóstico definitivo destas condições só é possível a partir da análise estrutural e contagem numérica dos cromossomos contidos no interior das células, um estudo laboratorial denominado cariótipo.

Para que seja possível o diagnóstico pré-natal destas condições, amostras de origem fetal são obtidas por meio de procedimentos como a biópsia de vilo corial (coleta da placenta), a amniocentese (coleta do líquido amniótico) ou a cordocentese (coleta de sangue fetal). Todavia, devido ao seu caráter invasivo, estes procedimentos estão associados a complicações e risco de aborto de aproximadamente 0,5 a 1%.

Assim sendo, estes procedimentos costumam ser indicados somente em gestações consideradas de alto risco para anomalias cromossômicas fetais nos testes de rastreamento.

Doenças cromossômicas na gestação

Rastreamento

  • Ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre com translucência nucal
  • Marcadores bioquímicos maternos
  • NIPT, o teste de DNA fetal livre no sangue materno

Doenças cromossômicas na gestação

Diagnóstico

  • Biópsia de vilo corial, a partir de 11 semanas
  • Amniocentese, a partir de 15 semanas
  • Análise por cariótipo, array ou painéis genéticos
  • Risco de perda gestacional inferior a 1% em mãos experientes

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