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O espermograma normal • Concentração: deve ser acima de 20 milhões por mililitro de sêmen • Motilidade: deve ser acima de 50% de espermatozóides móveis ou 25% do tipo “A” (os espermatozóides do tipo “A” são aqueles que possuem um movimento direcional rápido e linear, como uma “flecha que caminha para o alvo”) • Morfologia: 14% ou mais de espermatozóides normais, segundo critérios de Kruger ou 60% ou mais segundo a Organização Mundial de Saúde • Vitalidade: 75% ou mais de espermatozóides vivos
Entre as doenças mais importantes causadoras de infertilidade masculina estão as infecções e suas conseqüências (uretrites, orquites, epididimites e prostatites), a varicocele (varizes nos testículos) e os problemas imunológicos. Todas elas podem levar a um maior ou menor grau de oligoastenospermia (diminuição da concentração e da motilidade dos espermatozoides) ou mesmo azoospermia (ausência de espermatozoides).
Tratamentos Infecções: prescrição de antibióticos. Varicocele (presença de varizes no escroto) ou obstrução nos ductos que conduzem os espermatozoides: correção cirúrgica. Baixa produção ou ausência de espermatozoides: hormônios ou inseminação intra-uterina. A fertilização in vitro(FIV) e a técnica de injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI) também podem ser ótimas alternativas de tratamento.
Alguns casos raros de infertilidade masculina podem não responder ao tratamento. Se isso ocorrer, deve-se discutir a possibilidade de usar espermatozoides de doadores anônimos ou outras opções.
Importante: De cada 100 homens, 96 possuem espermatozoides no sêmen ejaculado e 4 não possuem. Destes, 3 possuem espermatozoides no epidídimo ou testículo. Somente 1 em cada 100 homens vai precisar recorrer a bancos de sêmen.
